Pobres rimas…

Quero um pé de limão galego, quem quer vender?

Quero o molho de pimenta, aquele que ninguém mais sabe fazer…

É até pecado rejeitar o oferecido, mas é que não preciso do que é dado,

preciso mesmo é do que for vendido e por mim comprado.

Quando compro, sinto – trabalhei, não foi de mão beijada.

Mas se ganho pressinto – e agora quanto estarei devendo?

Enfim, remexo a memória e desvendo a charada:

Se ganho, compro e se compro, vendo. E assim vou indo, vou vivendo.

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