Um peixe no meu jardim!

O Brasil em polvorosa, passeatas com e sem violência, e eu  preocupada com as pessoas queridas que vão à luta. Peço que se cuidem, que tomem muito cuidado, que não se percam nos ideais em detrimento das ideias. Vou dormir assustada, a toda hora acordo e me pergunto onde será a festa, onde será o entrevero. 

Acordo de ressaca, noites de insônia e preocupação. 

O que será de nós? O que será dela, dele, de mim?

Depois do café da manhã, protegida entre minhas paredes, observo o jardim para conferir sua verdura e vejo um brilho de escamas. Devo estar sonhando. Pisquei e olhei novamente e lá estava: Um peixe! De uns oito cm de comprimento,  da cabeça – que ele não tinha – ao rabo.

Minha casa fica a uns dois quilômetros da praia…

Sr. Antônio explicou: 

– São as gaivotas. Vem trazendo no bico, comida para os filhotes e às vezes perdem a carga.

Achei o máximo! Melhor que os pais possam levar aos filhos seus alimentos.

Melhor que os filhos não precisem sair às ruas a protestar por um mundo melhor e admirável.

 

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