Suicídio

Eles conversavam, sentados à mesa disposta na calçada, em frente ao bar que preferiam, na Belo Horizonte querida. O mais novo queria saber: Como utilizar a pistola? Pensava que não pretendia ser uma couve, queria mesmo é partir de vez para o outro mundo, que neste, infelizmente era figurinha carimbada.

O mais velho avisou: Nas têmporas não adianta, o risco de se virar uma planta é enorme. O melhor jeito é colocar a arma no céu da boca e atirar!

O mais novo ainda ficou um tempo conversando, bêbados os dois; depois partiu para sua casa. Na noite seguinte sua rotina era  policiar o banco e resguardar o patrimônio da cidade.

Um dia depois, a notícia! O vigia da noite do banco havia atirado com sua pistola em seu cérebro; e a morte fora instantânea…

No vídeo das câmeras do banco podia-se ver o sujeito em dúvida, às vezes com a arma na boca; outras  a caminhar para lá e para cá, desarvorado diante da expectativa da morte. Até que enfim boquetou a arma e apertou o gatilho.

Morreu… Finalmente.

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