Um pito na primavera

Que história é essa, primavera de chegar assim ruidosa e ofegante?

Como pode desfolhar e destruir  as flores que acabou de produzir?

Essas nuvens pesadas, num sol de quase outubro não combinam, prima.

Acaso foi porque mandei cortar o coqueiro anão que porejava pulgões de seu miolo?

Ele estava morto, precisava ir.

Não desanima, prometo plantar de novo, no mesmo lugar, uma outra árvore, menos sensível às vicissitudes do clima e que, serena e florescente corresponda aos seus desejos de criar.

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