Um médico de verdade!

Entrei no consultório apreensiva, não conhecia o médico. Levava comigo a ressonância da coluna, que discretamente coloquei na cadeira ao lado da minha.

O médico era um senhor, simpático, calmo, e muito gentil.

Expliquei as minhas dores; ele me olhando nos olhos, escutava o que eu dizia. Depois teclou algum tempo no computador, levantou-se e me chamou:

– Vamos ver?

Ele me examinou realmente, checou minha coluna e minhas articulações, pediu que eu fizesse alguns movimentos  e perguntou quando doía; conferiu meus reflexos.

Depois voltou a teclar suas conclusões e falou comigo dos diagnósticos.

Perguntei se ele queria ver a ressonância que eu tinha antecipado. Ele quis.

Olhou com cuidado, explicou e respondeu  as minhas dúvidas e sempre me olhando nos olhos, calmo e eficiente concluiu a consulta.

Saí com uma receita, um pedido de novo exame e o tratamento.

Mas acima de tudo saí muito satisfeita por ter encontrado um médico de verdade, desses que realmente se importam.

Era o dia do médico e à noite estive com meus colegas de turma. Ali encontrei muitos outros médicos de verdade.

Que sorte a minha, que privilégio! 

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