Beija-flores

Perdoem-me se contar errado, mas é assim que me recordo hoje.

Marcos, pescador dos “bão”, tem um sítio na beira de um rio onde vicejam muitos pés de Ingá. Ele conta que eram árvores  de porte pequeno e sempre floriam.  Atraíam principalmente os beija-flores; as árvores sempre em festa com seus penduricalhos passarinhos.

Quando mamãe construiu sua última casa grande, Marcos levou uma muda de ingá para ela, que sempre amou os pássaros, principalmente os beija-flores.

Uns anos depois a árvore estava enorme e a cada ano maior; e nada de floradas…

Não fez muita diferença porque diversos tipos de pássaros canoros passavam por ali a construir seus ninhos ou descansar um pouco, antes de seguirem viagem.

E em volta do ingazeiro no quintal e em todo o jardim, em toda a varanda havia tanta flor que não faltaram cuitelinhos para nossa alegria e a dela.

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