Mentiras e vontades

No dia da mentira, decidi falar a verdade.

O general foi deposto, os coqueiros foram arrancados, e eu aguardo o fim desse dia confuso, bebendo uma cerveja; e vou bisbilhotando aqui e acolá em busca de algum sentido para dizer mentiras. A não ser que o sentido seja a direção contrária; e por isso, caminho errado. 

Vasculhei o baú de saudades; e nada, ninguém. A saudade não tem mistério, é tão sincera…

Na floresta da Tijuca, os caminhos com cheiro de mato derivavam, mas chegavam todos à cachoeira; e a gente se esbaldava da água que falta agora.

Tenho vontade de rever o Cristo, aliás reviver o Cristo.

Vontade de voltar por onde eu vim e ver se perdi alguma coisa pelo caminho.

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