Versos, trovas, poesia, prosa

Estava com seis ou sete anos quando minha trova foi a escolhida para abrir o caderno de dia das mães que fazíamos no primário. 

Não parei nesses versos, porque a poesia e a prosa estão em todas as minhas células e é tão natural para mim quanto despertar.

Se estou triste escrevo, se muito alegre escrevo, se enfastiada escrevo. 

Fui crescendo assim, aprendendo aos poucos – meu tio Lúcio me ensinava, de sua janela, sobre métricas e rima, quando eu passava em frente a sua casa depois do colégio e trocava amenidades com ele. Tio querido.

No colégio muitas vezes escrevia mais de uma redação no tempo de aula, quando alguma colega sem assunto me pedia ajuda. Fazia com prazer!

Então surgiram a minha frente caminhos alternativos e eu achei a medicina tão florida e mágica que fui por ali me conhecendo e explorando tudo. 

Havia rococós e minimalismos nessas estradas das medicinas e fui juntando bagagens, aprendi.

Também enveredei pelas artes plásticas, minhas pinturas são explosões de cores e afetos.

Depois de meio século estou de volta à estrada principal.

Publiquei meu primeiro romance, pela Amazon. E na semana dos dias das mães!

Dedico a você, mamãe querida, e a todas as mães que torcem obstinadamente pelo sucesso de seus filhos. 

Vida, muito prazer em conhecê-la!

Um comentário sobre “Versos, trovas, poesia, prosa

  1. Tita eu posso ver o sorriso e o orgulho que a mamae teria de voce, nao pare mais este e o seu caminho escrever cada vez melhor. Nada como um bom texto para alegrar a vida beijo

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