Miscelânea

Tenho muitos amigos judeus e muitos outros de ascendência árabe. Todos muito queridos, com suas particularidades, suas humanidades.

Também tenho vários amigos brancos, negros, mulatos, amarelos. E gays bastantes também são meus amigos.

Amigos de extrema direita, de extrema esquerda e toda a variedade de combinações possível.

E nessa miscelânea de raças, religiões, ascendências, preferências políticas, pontos de vista distintos; conheço o mundo, estou viva de verdade.

Ocorreu-me que talvez eu esteja em cima do muro, já que me dou bem com todos.

Não, não é nada disso. É que meu temperamento introvertido me faz aceitar as pessoas como são, com seus ritmos próprios, seus tons e suas convicções.

Não entendo as guerras, as brigas de mão, os black blocs.

Não entendo de anarquias.

Olho tudo isso desolada, que pena que tem que ser assim…

Acabei de me lembrar de uma história que ilustra bem meu sentimento. É bastante simplista, talvez até minimalista, por favor, me perdoem:

O menino e seu adorado cachorrinho brincavam na sala. A mãe do menino,  de repente ouviu um ganido forte e correu para ver o que havia ocorrido.

Na sala, o menino chorava e o cachorro lambia a patinha magoada.

O menino havia mordido o cachorro.

– Filho, por que você mordeu o Billy?

E o menino aos prantos:

– Foi ele que começou!

 

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