Ah, Manoel…

Está escrito! Nasceu, tem que morrer..

Uma pena, Manoel, iluminada criatura dos versos. Está certo que viveu bastante e nos trouxe muita alegria poética. Construía com leveza e acho que usava chantily entre os tijolos. Tudo tão doce e saboroso… Gostava tanto das surpresas, e das soluções inusitadas que desenvolvia em seu versos…

Quero encontrá-lo outra vez, na matéria ou fora dela. Vamos dar um giro pela via láctea a bordo do cometa Churyumov-Gerasimenko?

2 comentários sobre “Ah, Manoel…

  1. ” No Pantanal ninguém pode passar régua.Sobremuito quando chove.A régua é existidura de limite. E o Pantanal não tem limites.”

    ” A beleza e glória das coisas o olho é que põe”

    E assim vai…

    Adorei sua homenagem Patricia ! Ele era o máximo . Mas ficará sempre conosco !

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