Montanhas

Às vezes sinto falta de montanhas, daquelas que não escondem o mar atrás de si, mas que escondem outras montanhas e vales, outros vales.

Minas Gerais, quando não é de uma retidão invejável, se dobra e desdobra assim, como  lençóis depois de uma noite de amor. Há nascentes, riachos, a água cristalina e encantadora – canto de sereia. E as árvores, de exuberante e diversa natureza, algumas a se olharem no espelho d’água, cientes de sua majestade; e outras que parecem pedir que as levem como a flor de um poema de Gonçalves Dias.

Comovida e saudosa , o jeito é vestir à praiana e ir ver o mar. Santo remédio para a nostalgia.

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra…

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