“Até nas flores se encontra a diferença da sorte: umas enfeitam a vida, outras enfeitam a morte”.

A sorte, essa deusa desnaturada e prepotente, privilegia uns e condena outros. Se há um deus, é um deus injusto e frágil. Não liga para os furacões e nem para as outras calamidades.

Não, não é possível que um deus que exista, seja benevolente e criterioso. Fico com as ondas, elas sim, sempre belas e sempre diferentes. Da calmaria aos tsunamis, ali estão as ondas. Porque me parece melhor não acreditar que se fazemos tudo direitinho vai dar tudo certo. Nada disso! Como as ondas, a sorte é volúvel, nosso deus é volúvel. O jeito é rezar e torcer. E trabalhar, e trabalhar. Pelo menos para sobreviver e se distrair, porque, sim, o trabalho liberta… Será?

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